quinta-feira, 24 de março de 2016

Mostrando para vocês, o outro lado do cenário, dos Narradores de cordel.

Cenário duas faces (lados) dos Narradores de cordel. Quando Usamos o cordel para falarmos do cotidiano rural ou urbano, usamos a outra face (lado). R quando referimos especificamente ao meio ambiente, usamos este, ou esta face(lado)!

ACHO QUE O CORDEL ABAIXO, É A "CARA" DO CENÁRIO!

O homem é quem constrói
Machado para cortar
Motosserra pra serrar
A madeira que destrói.
E é chamado de herói
Pelo serviço prestado.
E por não ser preservado,
O globo fica doente
Água limpa na vertente,
É PLANETA PRESERVADO!
*
Tem lixo dentro dos pântanos
Em todos cantos da rua,
Não duvido até na lua
O lixo já causa danos!
Pois até nos oceanos
O lixo é também jogado.
E ali fica confinado
Deixando a fauna doente,
Água limpa na vertente
É PLANETA PRESERVADO!

Direitos autorais protegidos 
pela Lei nº. 9.610 de 19/02/1998.

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Imagem: Cenário do Narradores de cordel.

domingo, 3 de janeiro de 2016

LANÇAMENTO EM BREVE. "A FANTÁSTICA HISTORIA DO MACACO NÃO GOSTAVA DE BANANA".




Com revisão literária do professor Nelson Nelson Camargo.
Aqui,uma pequena narrativa do mesmo.

Assis Coimbra.( Engatinhante na arte da vida e do cordel)

Brincando de pula-cela,
Se divertindo eles vão,
E também de amarelinha
Que é riscada no chão,
Mas Belinha pra pular,
Pega na mão do irmão.
*
As brincadeiras são tantas,
Dessa turminha sapeca,
Renan empina uma pipa,
As duas nanam boneca,
E para imitar os pais,
Fingem que tiram soneca.
*
Brincam de trava-língua,
De parlenda e cabra-cega,
E também vadeiam de
Bate-cara e pega-pega,
Enfim, aquele que perde,
No ombro o outro carrega.
*
Em seguida batem corda
E Renan fica pulando,
Depois é a vez do outro,
Assim vão se revezando.
E logo em cabo de guerra,
Ela vai se transformando.
*
Renan pega uma bola
E vai com ela brincar,
As meninas logo tomam
A mesma para chutar,
Então Renan diz assim:
– Eu vou as duas driblar!
*
Driblando, fala pras elas:
– Prestem atenção: É assim,
Eu com a bola nos pés,
Ninguém a tira de mim,
Seja jogando no campo,
No quintal ou no jardim.
*
As meninas vão cansando,
De tanto serem dribladas,
E Renan isso notando,
Aplica belas jogadas,
Ligeiro driblando as duas,
Que elas logo caem sentadas.
*
Depois do tombo levado,
Isabela soltou um ai!
E com a cara de choro,
Direto pra casa sai,
– Vocês agora vão ver:
Eu vou contar pro papai.
*
Gabriela põe-se à frente,
Não lhe deixando passar,
E logo disse pra ela:
– Não vá o papai chamar.
Ele agora está dormindo,
E pode até não gostar!
*
Renan falou para as duas:
– Prestem atenção, por favor,
Que tal a gente brincar,
De paciente e doutor?!
Pode ser também ainda,
De aluno e professor!
*
Gabriela percebendo,
O que Renan sugeriu,
Para ele piscou um olho
E a brincadeira aderiu.
E o choro de Isabela,
Na mesma hora sumiu.
*
Isabela ficou alegre
E respondeu encantadora:
– Se for pra brincar de médico,
Eu quero ser a doutora.
Mas se for para dar aula,
Eu vou ser a professora!
*
Para evitar mais encrenca,
Os dois logo concordaram,
Isabela ficou feliz,
E seus irmãos se sentaram,
E com pose de alunos,
Atenciosos ficaram.
*
Isabela de um baú,
Sua tampa levantou.
Depressa dentro do mesmo,
Uns adereços tirou.
E em linda professorinha,
Belinha se transformou(...)

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Imagem: Foto da capa do livro que sofrerá pequenas alterações.


CONCEITO DE CULTURA.




A cultura é inerente ao ser humano, porque é através dela, que temos o objetivo de alcançarmos o ápice de nossa condição enquanto ser que raciocina, para assim lutarmos contra os obstáculos, que querem atravessar os limites da natureza! (vida)

É através da mesma, que a "existência", se transforma em ato social (coletivo).
Então, ninguém está, ou poderá ficar fora dos processos culturais, onde os experimentamos de algo. é que poderá dar maiúscula a própria existência humana!

Assis Coimbra!


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quinta-feira, 28 de maio de 2015






Quando Cabral cá chegou.





Mais um “trechim” da obra de minha autoria. A MARCHA DA HUMANIDADE E A DEGRADAÇÃO DA NATUREZA.
Assis Coimbra.(Engatinhante na arte da vida e do cordel)

Quando Cabral cá chegou,
Em 22 de abril,
Encontrou muitas riquezas,
Inclusive o pau-brasil
E dele deu-se o nome
Pra essa terra varonil,
*
Encontrou muitos biomas,
Inclusive a Mata Atlântica,
Muitas áreas de Cerrado,
A Amazônia romântica.
De qualquer canto que olhava,
A vista era panorâmica.
*
A vegetação intensa,
De mata até a Caatinga,
Tinha matas ciliares,
E também a de restinga,
E água do pantanal
Pra abastecer a moringa.
*
Os rios eram todos limpos
Com peixes em quantidade,
Os índios eram milhões
Fazendo festividade,
Tomavam banho e pescavam,
Demonstrando agilidade(…)

Não fazer uso seja por que processo for, sem a devida permissão do autor.
Direitos autorais protegidos
pela Lei nº. 9.610 de 19/02/1998.

Cordel pelejado.





























PELEJA ENTRE CANTADORES. ONDE A FINALIDE É "DESMORALIZAR" SEU OPONENTE PARA DELEITE DOS PRESENTES. Boa leitura.

Primeiro Poeta.

-Vou pegar o mesmo mote
Para entrar nesta peleja,
Pois ao me ver tu rasteja
E sai correndo em pinote.
Pois tu parece um garrote
Bezerro novo mamando.
E da mãe se desgarrando
Sem saber onde parar.
E pare de gaguejar...
ENQUANTO EU ESTOU CANTANDO!


Segundo poeta.

-Eu lhe digo camarada
Não tenho medo de grito,
Eu não sou nem um cabrito
Pra fugir desta parada.
Só não venha dar pancada
No seu mestre professor!
Pois Jesus o criador
Só ele me dar sermão!
Pois eu serei campeão
ENQUANTO EU FOR CANTADOR!


Primeiro poeta.

-Lhe aviso, reflita bem!
Não venha me provocar,
Pois eu posso não gostar
E lascar você também.
Porque a rima contém,
Bom verso pro trovador,
Então me faça um favor
Arranje outra profissão.
Pois só tem um campeão,
ENQUANTO EU FOR CANTADOR!


Segundo cantador

-Meia boca, tu é folgado
Mas diga lá o que quer?
Dependendo o que disser
Posso ficar arretado!
Só não vou ficar calado
E te ouvindo gritando
E olhe estou lhe falando,
Eu faço você parar!
Pois tu nunca vai cantar...
DO JEITO QUE ESTOU CANTANDO.


Não fazer us, o seja por que processo for, sem a devida permissão do autor.
Direitos autorais protegidos
pela Lei nº. 9.610 de 19/02/1998.


sábado, 2 de maio de 2015

Se não for famoso o "cachezin" bem apático!

























SE MINHA ARTE NÃO LHE INTERESSA, EU TAMBÉM NÃO LHE INTERESSO, POIS EU SOU A MINHA ARTE!
Assis Coimbra. (Engatinhante na arte da vida e do cordel)

Um evento cultural
Pra ser bem organizado,
Começa pelas finanças
Pra ser bem realizado.
Não de LACAIO “fascista”!
Que desmoraliza artista
Sem apelo midiático!
Mas é o que mais se ver,
É sem “fama” receber
UM "TROCADIM BEM APÁTICO"!
*
Não devia ser,  mais é!
Neste sistema falido.
“Famoso”... Duzentos mil...
Mas quem não for tá “fudido”!
Pra “estes só as ‘migalhas”
“Pois das ‘elites” são tralhas
Que querem cidadania!
Mas na época da eleição,
“Arrastam o rabo no chão”
PRA SUBCIDADANIA!

Água, a nossa maior riqueza!
















Assis Coimbra.(Engatinhante na arte da vida e do cordel)

Logo que o chão é molhado
Depois d’uma chuvarada,
O sertanejo se alegra
Com o canto da passarada.
Canta jaó, Juriti...
E o alegre bem-te-vi,
Quando chega a alvorada.
*
Não se precisa de prova
A água é mesmo riqueza,
Serve o campônio pobre
E também a realeza.
Com ela renascem as flores
Cobertas de beija-flores
Enfeitando a natureza.

Visitem.
http://eucantoecontocordel.com/
http://narradoresdecordel.blogspot.com/