quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O que fazem os NARRADORES DE CORDEL.




Os NARRADORES DE CORDEL narram, cantam e contam histórias ou fatos em cordel, dando ação ao verso rimado, juntamente com a graça e dinâmica do ritmo, despertando interesse do público pela musicalidade da rima.

Objetivo: Levar ao espectador, o máximo de informação da cultura popular, consciência ambiental, social e ética, sem esquecer a diversão e o lazer.

Justificativa: Os narradores de cordel não têm a pretensão de servir de exemplo, mas é afirmativo em justificar sua existência, tendo como pano de fundo a educação, usando o Teatro e a Contação de Histórias ou fatos, através de narrativas, contos ou toadas ao som de instrumentos típicos que situam os ouvintes nas origens da literatura de cordel.

Assis Coimbra

Os NARRADORES DE CORDEL e ECORDELANÇA.


Assis Coimbra e Wagner Mineiro.
Ecordelança

O espetáculo é totalmente narrativo, versejado em sextilhas, por dois narradores de cordel, que contam de maneira despojada, graciosa e às vezes contundente, a pegada ecológica desde a pré-história e a descoberta do fogo, até a “chegança” de Cabral ao Brasil, extraindo riquezas, como minérios e pau-brasil, entre outros, além de matar, doutrinar (catequizar) e escravizar os índios. Outro ponto enfocado na narrativa é o tráfico e venda de escravos que fez parte do processo de colonização, período em que os negros foram submetidos às mais terríveis torturas, ao mesmo tempo em que mostraram várias formas de resistência, entre as quais as fugas e a formação de quilombos, formando lideranças como, Ganga Zumba e Zumbi dos Palmares. A narrativa culmina com o avanço industrial e tecnológico do Brasil até os dias atuais.


ASSIS COIMBRA


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A marcha da humanidade e a degradação da natureza.



Alguns trechos da obra " A marcha da humanidade..."

Há muitos anos atrás,
O povo da Pré-História
Habitavam nas cavernas
E ali contavam vitória,
E na pintura rupestre
Gravaram a sua glória.

Devido esse patrimônio
Por eles ali deixado,
Permitiu-nos no presente
Estudar nosso passado,
Por pessoas competentes,
Que fizeram bom mestrado.

Historiadores versados,
Na nossa etnografia
Que ensinam com clareza,
Toda a etnologia,
E o que o povo das cavernas
Fazia no dia-a-dia.

Geralmente eles ficavam
Perto de água vertente,
Pois tinha grande importância
Morar perto da nascente
De minas e corpos d’água
Que serviam toda gente.

Com lanças feitas de pontas
De pedra, os homens à espera
Da caça arriscavam a vida,
Enfrentando qualquer fera,
Não importava o tamanho,
Na luta árdua, severa.

Mas os bichos que matavam
Era apenas pra comer,
Não somente por maldade,
Muito menos por prazer,
E às vezes travavam lutas
Pra garantir o lazer
...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Vendendo alguns cordeis.

Vera Lúcia, vendendo alguns folhetos de cordel, após a apresentação do espetáculo "ECORDELANÇA".
Ecordelança no Sesc Itaquera...

A arte também pode deixar uma criança Feliz. Se não puder ser um artista, seja um arteiro como tento ser. Conte estórias ou história que provoque um sorriso, assim por um momento Farás alegre, aqueles que são tristes. Assis Coimbra.